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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Memória: GIUSEPPE LANDI, o arquiteto da Igreja de S. José, em Macapá


Arquiteto italiano, autor das plantas da Igreja de São José (1761), GIUSEPPE ANTONIO LANDI nasceu em 30 de outubro de 1713 em Bolonha, e estudou e lecionou na instituição de maior prestigio da cidade, na época, a Academia Clementina, na qual ganhou vários prêmios de arquitetura. Aos 38 anos, na condição de desenhista de cartas geográficas, muda-se para a Amazonia a convite do padre João Alvares Gusmão, irmão do secretário de dom João 5º, Alexandre de Gusmão, constituindo a primeira comissão demarcadora de limites, liderada pelo irmão do Marques de Pombal, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador do Grão Pará e Maranhão na época, incumbido de demarcar os limites do território sul-americano dividido entre Portugal e Espanha, em 1750, de acordo com o Tratado de Tordesilhas (1492)




A comissão chegou ao Pará em 20 de julho de 1753. Com o fim dos trabalhos, Landi foi o único membro do grupo a permanecer na região, onde casou-se com a filha de um fazendeiro, Ana Tereza, em 1761. Ele acabou se tornando também um fazendeiro e comprou o engenho e a fazenda do Murutucu. Faleceu em 1791, deixando ao patrimonio arquitetonico do Amapá a Igreja de São José, e em Belém (Pará), o Palácio dos Governadores, atualmente conhecido com  Palácio Lauro Sdré e Museu do Estado do Pará; as igrejas de São Joao Batista e Santana, retábulos da igreja da Sé e da Capela da Ordem Terceira do Carmo, além da fachada da Igreja do Carmo, entre outros.

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