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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Memória: ARTHUR NERY MARINHO (1923 - 2003)


Autodidata paraense, no Amapá desde 1946, o poeta ARTHUR NERY MARINHO nasceu em 27 de setembro de 1923, em Chaves (Pará). Faleceu em 24 de março de 2003. Filho de Waldemar da Silva Marinho e Raimunda Nery Marinho. Estudou o primário em sua terra natal (1941 a 1944) e o ginásio em Macapá, no Colegio Amapaense (1946 – 1950). Ingressou no quadro de funcionários do Governo do Amapá a partir de 16 de abril de 1946, na função de escriturário mensalista, lotado na Divisão de Obras. A partir desse ano até 1987, exerce várias funções no Governo do Amapá, aposentando-se a partir desse ano.

Casa-se com Marialva Braga Marinho, e é pai de Rosaura, Mariangela e Luciangela, no primeiro casamento. Falecida a primeira esposa, casa-se com Idalgina Nunes, do qual nascem os filhos Teócrito Tibiriçá, Demócrito Tupiaçu, Agildo Iberê e Indiara Patricia. No jornalismo trabalhou nos jornais Amapá, Revista do Amapá, Revista Rumo, Jornal Marco Zero, Jornal A Voz Catolica, além de outros.

O poeta Arthur Nery Marinho faz parte da primeira geração dos poetas modernos do Amapá. Ao lado de Alcy Araújo, Álvaro da Cunha, Aluísio Cunha e Ivo Torres, Arthur desenvolveu importantes projetos culturais. Figura na Antologia Modernos Poetas do Amapá, na Enciclopédia Brasil e Brasileiros de Hoje, na Grande Enciclopédia da Amazônia e na Coletânea Amapaense de Poesia e Crônica. Em 1993 publicou a obra de poesia: "Sermão de Mágoa". Alguns meses após a sua morte, a Associação Amapaense de Escritores fez o lançamento do livro de poesias e trovas: "Cantigas do Meu Retiro". 

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